20 de janeiro de 2012

O aprendiz


Desejava uma clareza sempre igual.
Que zelasse eternamente consciente.
E vogasse, mesmo sem ter vento…

Mas de uma alegria, extrai um tormento.
Como algo transparente, que esquece de repente,
o que julga ser banal.

Ainda não te disse que não sei ser feliz…
Nessa matéria, estudei só para aprendiz.

É estranho, no entanto…
Se tudo o que tenho, conquistei com amor.

Hoje, o meu coração, desenhou um poema.
Sobre este tema, ganhou-lhe inspiração…
E foi por ti, mais bela flor, fruto de paixão.

João Pedro/2012

6 comentários:

Olinda disse...

olha que coração empoemado. :-)

João disse...

Já me vais conhecendo... E arrisco dizer, melhor que muita gente.

Olinda disse...

prometo que não faço coração das tripas. :-)

Breno S. Amorim disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
João disse...

Eu prometo que faço das tripas coração. :-)

João disse...

Fico lisonjeado, Breno. Vou aproveitar e conhecer o teu também.

Fica bem!