30 de janeiro de 2012

Alguém especial


A imagem que tinha de ti
Afinal não era bem real.
Ao reflectir sobre o que vi,
Passaste a ter algo especial.

De facto não há como estar,
Partilhar um qualquer momento.
Ouvir ou deixar falar,
Ter palavras em movimento.

E o que acaba por sobressair
É a verdadeira essência do Ser.
Foi uma noite bem natural,
Assim me deu a parecer.

Alguém assim é um tesouro…
Desperta-me bons sentimentos.
Fiques por perto muito ou pouco,
Guardamos connosco estes momentos.

João Pedro/2012

12 comentários:

Olinda disse...

olha um encontro,tão giro, infantil.:-)

João disse...

Os infantes e as infantas :-)

Olinda disse...

elefantes e elafantas. :-)

João disse...

Admito, a imagem não era a melhor. Erro rectificado. Acontece aos melhores... :-)

Olinda disse...

então assim, está bem.:-)

João disse...

:-)

Fragmentos Intemporais disse...

Já li o teu comentário, já o comentei e creio sinceramente que estamos no bom caminho!
Sabe-me tão bem este novo estado de espírito!

...

e que mais posso dizer?

Breno S. Amorim disse...

Bons momentos devem sempre ser guardados,principalmente, quando nesses bons momentos estão boas pessoas, ou simplesmente, uma só boa pessoa.

Até mais!

João disse...

Quando a paixão nos acompanha, na minima coisa que fazemos na vida...
No outro dia estava a pensar cá para mim. Talvez nunca conseguirei ser o melhor em nada. Mas se der o meu melhor no que faço e no que sou, eu sou um homem realizado, Fragmentos Intemporais.

João disse...

São tesouros que vamos guardando connosco, Breno. E enriquecendo o nosso percurso.

Abraço,

Fragmentos Intemporais disse...

Isso sei que sim! Que sempre dei o melhor que há dentro de mim... apesar de nem sempre ter sido reconhecida por isso, resta-me a ausência de culpa!

... pois sei que tudo tentei fazer...

João disse...

O reconhecimento é importante, sim. Mas torna-se tão irrelevante, quando comparado com uma consciência tranquila. Com a paz que traz a ausência de culpa. Sem ser necessário forçar uma cabeça erguida, continuamos o nosso caminho, independentemente de existir, ao redor, reconhecimento ou maledicência.